Nosso Lar

 

Instituição de solidariedade social apoia idosos

--Embora o vocábulo «Instituição» tenha inúmeras acepções é mais conhecido como os equipamentos sociais ou estabelecimentos de alojamento colectivo, para utilização temporária ou permanente, onde são desenvolvidas actividades de apoio social a pessoas idosas e/ou em situação de dependência.

--Até ao século XIX eram poucas as pessoas que atingiam uma idade avançada e, como tal, a velhice não se tornava um assunto digno de reflexão. O apoio que as pessoas idosas necessitavam era garantido pela solidariedade familiar ou pela caridade de particulares ou instituições religiosas.

--Na pior das hipóteses os idosos eram abandonados. --É a partir da década de setenta que o assunto começa a merecer alguma atenção. É nesta altura que também começam a surgir os lares, mais conhecidos como os asilos.

--A proliferação de agentes e instituições especializadas, quer pela intervenção do Estado quer através da iniciativa privada, trouxe transformações importantes na construção das relações entre gerações e nas formas de solidariedade.

 

--Em São Jorge, o apoio aos necessitados surge, no início do século XX com a fundação, a 21 de Maio de 1903 do Asilo da Mendicidade da Vila das Velas.

--Ao longo da sua existência mudou algumas vezes de nome, mas o seu objectivo fundamental manteve-se ao longo de décadas. Ajudar os idosos da ilha e desenvolver projectos na área da solidariedade social.

--Actualmente, com o nome de Casa de Repouso João Inácio de Sousa, mantém propósitos como o recolhimento para habitação dos utentes, actividades de apoio inerentes à sua finalidade, exemplo disso são os locais de convívio e lazer, uma capela para actos de culto e um Centro de convívio para idosos.

--Mais tarde, as alterações sociais trazidas depois da 1974, obrigaram a instituição a adaptar-se às novas exigências.

--Assim, surge a remodelação do lar e o alargamento das suas valências.

--A Instituição particular de solidariedade social manteve sempre o apoio a idosos internados nas instalações e, um pouco mais tarde, surge a prestação de serviços no domicílio, a pessoas carenciadas tornando-se uma mais valia para quem precisa de apoio, na sua habitação.

 

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